<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comments on: Greve ou dia de compras?</title>
	<atom:link href="http://www.brunojacinto.com/a21/2007/11/30/greve-ou-dia-de-compras/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.brunojacinto.com/a21/2007/11/30/greve-ou-dia-de-compras/</link>
	<description>Retalhos de uma vida entre Mafra e Lisboa</description>
	<lastBuildDate>Tue, 17 Jan 2012 22:52:34 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
	<item>
		<title>By: Artur</title>
		<link>http://www.brunojacinto.com/a21/2007/11/30/greve-ou-dia-de-compras/comment-page-1/#comment-27</link>
		<dc:creator>Artur</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 14:37:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://bodak.ptisp.org/a21/2007/11/30/greve-ou-dia-de-compras/#comment-27</guid>
		<description>Costumo ensinar aos meus alunos o valor de pensar antes de falar... é que se a organizaçáo de greves à porta de um fim-de-semana é um clássico erro táctico (os sindicatos nunca mais aprendem que se querem chegar a algum lado têm de prestar atenção à imagem pública) por outro lado sei por experiência própria que a adesão às greves da FP costuma ser macissa precisamente entre a camada de funcionários públicos que se os vir numa superfície comercial, estão meramente a ver montras - aqueles cujos salários se encontram na perdulária fasquia dos 450 a 700 € por mês, e que constituem a maior fatia da massa salarial.

Uma discussão sobre a eficiência/ineficiência, méritos e deméritos, empenho de funcionários face às regulemantações incompetentes dos orgãos de tutela daria terabytes de informação. Uma coisa é certa: ao contrário do que corre por aí, apenas uma ínfima minoria - geralmente, pessoal de confiança política de FPs tem salários escandalos, uma parte, com habilitações superiores, safa-se com os já tradicionais mil da nossa geração, e uma maioria - geralmente, a imensa massa de pessoal auxiliar sem a qual escolas, hospitais e outras instituições públicas, tem salários irrisórios. Sabe quanto ganha um polícia, um enfermeiro, um administrativo, uma auxiliar? Uma dica: está na casa das centenas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Costumo ensinar aos meus alunos o valor de pensar antes de falar&#8230; é que se a organizaçáo de greves à porta de um fim-de-semana é um clássico erro táctico (os sindicatos nunca mais aprendem que se querem chegar a algum lado têm de prestar atenção à imagem pública) por outro lado sei por experiência própria que a adesão às greves da FP costuma ser macissa precisamente entre a camada de funcionários públicos que se os vir numa superfície comercial, estão meramente a ver montras &#8211; aqueles cujos salários se encontram na perdulária fasquia dos 450 a 700 € por mês, e que constituem a maior fatia da massa salarial.</p>
<p>Uma discussão sobre a eficiência/ineficiência, méritos e deméritos, empenho de funcionários face às regulemantações incompetentes dos orgãos de tutela daria terabytes de informação. Uma coisa é certa: ao contrário do que corre por aí, apenas uma ínfima minoria &#8211; geralmente, pessoal de confiança política de FPs tem salários escandalos, uma parte, com habilitações superiores, safa-se com os já tradicionais mil da nossa geração, e uma maioria &#8211; geralmente, a imensa massa de pessoal auxiliar sem a qual escolas, hospitais e outras instituições públicas, tem salários irrisórios. Sabe quanto ganha um polícia, um enfermeiro, um administrativo, uma auxiliar? Uma dica: está na casa das centenas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

