Ainda estou em choque com as noticias que chegam de Paris. Vários homens armados entraram na redacção do Jornal Satírico Charlie Hebdo. Entraram gritando que estavam a vingar o Profeta Maomé. E começaram a matar sem piedade durante dez minutos.

Doze pessoas foram assassinadas, e mais algumas feridas. Tudo isto por terem um jornal que fazia sátiras que os assassinos não gostaram.

Por algumas vezes os cartoonistas deste jornal satírico publicaram cartoons jocosos com Maomé e outras figuras islâmicas. Claro está ridicularizando as mesmas.

Mas não se pense que este é o alvo único do periódico. Marcadamente de extrema esquerda, anti-clerical e ateu, dá o mesmo tratamento aos católicos. E aos judeus, e a toda a gente que não alinha na sua visão de extrema esquerda do mundo.

É essa a beleza maior da sociedade ocidental. Se alguém quer escrever, desenhar ou de qualquer forma expressar uma opinião, é livre de o fazer. E o que hoje estes terroristas fizeram foi matar para impedir a liberdade de expressão.

Isto é triste, condenável a todos os níveis, e nada de bom trás ao mundo. Uma cidade como Paris, com a sua luz e cultura, devia ser palco de tudo menos de um caso como este.

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