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Estado “gasta” 44 Milhões com Pintor Espanhol sem ligação a Portugal mas anda há 20 anos a adiar restauro de 2,3 Milhões dos Carrilhões de Mafra

Neste momento faz-se pompa da inauguração da exposição permanente dos quadros de um pintor espanhol que custaram recentemente 44 Milhões ao estado Português.

Entretanto os Carrilhões de Mafra continuam as promessas que os restauros vão começar em breve.

Andamos nesta saga há mais de 20 anos. Isto para uma obra de restauro de património Português de enorme importância histórica e cultural. Que custa 2.3 Milhões de euros. Ou seja, nem 10% do valor do custo dos Mirós.

Será aceitável um país gastar tantos milhões num conjunto de obras que a única coisa que tinham de ligação com Portugal era terem sido compradas por uns banqueiros Portugueses que viriam a lesar o Estado.

E existem outros casos, por exemplo o Museu Nacional de Arte Antiga teve de fazer em 2015 um peditório para conseguir 600 Mil euros. Isto para adquirir uma obra prima da pintura Portuguesa, de Domingos Sequeira do século XIX.

É normal gastar tanto dinheiro em obras sem relevância para o País, e deixar o nosso património em estado de permanente suspenso?

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