Drones – Matar sem pedir licença

Drone PredatorApesar de ser um adepto da paz, e alguém que discorda cem por cento da pena de morte, percebo que por vezes durante a guerra a morte é algo existe, e terá de existir. A regra, para o bem e para o mal, é regida por um código de ética, de conduta, e limitada aos estados envolvidos nela. Neste momento, tanto por Israel, mas agora especialmente pelos Estados Unidos da América, abertamente ignoram tudo aquilo que nos últimos séculos tem vindo a manter alguma civilização até na guerra.

A culpa disto são os Drones. Pequenas aeronaves não tripuladas, armadas com armas de precisão e misseis, têm vindo a pouco e pouco a eliminar pessoas tidas como inimigas, mesmo estando em território neutro.

O alvo mais recente foi Badar Mansoor, chefe da Al-Quaeda no Paquistão, morto por armamento disparado de um Drone. Não houve invasão do Paquistão, pois tecnicamente, na cabeça dos americanos, só é considerada invasão caso existam pessoas a invadir. Não é uma execução, pois até a pena de morte tem de ser passada por um tribunal. Isto meus amigos, é um assassínio, puro e simples. E mesmo que não goste da Al-Quaeda, e que os considere uma das maiores corjas do mundo, é algo que se deve condenar, de forma pública e inequívoca.

De lembrar que estes assassinatos foram ordenados pelo Prémio Nobel da Paz Barack Obama. Curiosidade é saber que Mahatma Gandhi, apesar de nomeado cinco vezes, nunca ganhou este prémio. Dá que pensar…

 

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