Yannick Djaló e Luciana Abreu tiveram um novo rebento. Antes demais tenho de dar os parabéns aos dois, pois o nascimento de uma criança é sempre algo de parabenizar, e algo que traz felicidade a uma casa. A uma casa pode trazer, mas à coitada da criança, a longo prazo duvido que o traga…

Nomes deste tipo, puramente inventados, conjugações de nomes dos pais com ideias parvas, ou induzidas por consumo de substancias de legalidade duvidosa são proibidos segundo a lei portuguesa, até para defesa das crianças quando crescerem. Conheço vários casos de cidadãos que quiseram dar nomes fora do comum, ou de origem estrangeira, e que se viram impossibilitados de o fazer. A lei tem esta proteção, nalguns casos exagerada, noutros, como este, bem justa, para proteger primariamente a criança.

O que muita gente se pergunta é o porque deste casal conseguir registar o nome da criança assim, e da anterior Lyonce Viiktória. A razão é simples, o Yannick não é Português de nascimento, mas sim naturalizado. Como mantém a sua dupla nacionalidade, tendo nascido na Guiné Bissau, logo pode ignorar estas restrições, que só se aplicam a filhos de pais Portugueses sem segunda nacionalidade.

Infelizmente para a criança, a dupla nacionalidade do seu pai é, inspirando-me no célebre titulo de James Bond, Licença para Aparvalhar!

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