Atitude vergonhosa de Obama

Fez hoje 70 anos da libertação do campo de concentração de Auschwitz. Um dia comemorado de forma particularmente cerrada a cada dez anos. E que poderá ter sido o último a contar com sobreviventes desta tragédia.

Normalmente os lideres de todo o mundo, e em especial daqueles que tiveram um papel relevante na Segunda Guerra Mundial, reúnem-se para lembrar ao mundo o que se passou, e honrar os que sofreram e morreram nos campos da morte.

Hoje Barack Obama faltou a este compromisso. Achou mais importante a coroação de um seu aliado seu cheio de petróleo do que lembrar para não deixar esquecer nunca um dos actos mais vis cometidos pela humanidade na história contemporânea.

Há valores que nunca se devem vender. E este Barack Obama vendeu. Um dia triste para Obama, e para os Estados Unidos.

Uma ideia brilhante do PS

A época de gripe deste ano está mais forte do que tem acontecido nos últimos anos. Como tal, consequência imediata, muita gente se dirige aos hospitais, centro de saúde e sap’s para encontrar forma de tratamento.

A isto junte-se todos os doentes normais para a época do ano, e o sistema nacional de saúde fica entupido. Falta de médicos, falta de especialistas, faltas dadas por médicos, motivos são muitos e conhecidos.

No entanto o PS deu uma ideia brilhante: suspender as taxas moderadoras neste período. Como é que ninguém tinha tido ainda esta brilhante ideia.

Basta pensar um pouco, quem está com gripe forte, vai procurar assistência com esta medida. Bem, na realidade iria com esta medida, ou sem ela. Mas o que mudaria então caso tão brilhante ideia fosse aplicada?

Mais gente nos serviços de saúde. Para pedir aquela receita do medicamento do mês, já que isso custa uma taxa moderadora. Ou para pedir uma declaração, para tirar a carta ou outra afim, já que assim se poupava uns cobres.

Esta medida conseguiria a proeza brilhante de levar ainda mais gente para os serviços de saúde. Serviços estes já sobrelotados nesta altura por causa de um surto de gripe mais forte que o comum.

Conseguir piorar uma coisa com uma medida simples é obra. Nem todos conseguem esta proeza genial. Mas o PS nisso é mestre!

7 de Janeiro de Negro na Cidade da Luz

Ainda estou em choque com as noticias que chegam de Paris. Vários homens armados entraram na redacção do Jornal Satírico Charlie Hebdo. Entraram gritando que estavam a vingar o Profeta Maomé. E começaram a matar sem piedade durante dez minutos.

Doze pessoas foram assassinadas, e mais algumas feridas. Tudo isto por terem um jornal que fazia sátiras que os assassinos não gostaram.

Por algumas vezes os cartoonistas deste jornal satírico publicaram cartoons jocosos com Maomé e outras figuras islâmicas. Claro está ridicularizando as mesmas.

Mas não se pense que este é o alvo único do periódico. Marcadamente de extrema esquerda, anti-clerical e ateu, dá o mesmo tratamento aos católicos. E aos judeus, e a toda a gente que não alinha na sua visão de extrema esquerda do mundo.

É essa a beleza maior da sociedade ocidental. Se alguém quer escrever, desenhar ou de qualquer forma expressar uma opinião, é livre de o fazer. E o que hoje estes terroristas fizeram foi matar para impedir a liberdade de expressão.

Isto é triste, condenável a todos os níveis, e nada de bom trás ao mundo. Uma cidade como Paris, com a sua luz e cultura, devia ser palco de tudo menos de um caso como este.

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Que comece 2015

2014 foi um ano muito agitado a todos os níveis. A nível Nacional e Internacional houve muito para ser discutido e analisado, e muito do mundo que conhecíamos mudou. Mas sobre isso falarei, se encontrar tempo noutra altura.

Chega agora um novo ano, cheio de tempo para o vivermos da melhor maneira possível. Altura de prometer a nós próprios que vamos mudar o que temos feito de menos bem, e de traçar objectivos e metas.

Porque na realidade é isso que mais importa nesta passagem arbitrária de ano. Uma data para olharmos para o que passou, e vermos o que podemos traçar como objectivos para daqui a um ano os poder reavaliar.

Da minha parte desejo um excelente 2015 a todos os que lerem isto, e a todos os seus. E um voto de que consigam alcançar com o vosso esforço, e quem sabe alguma sorte, todos os objectivos a que se propuserem.