Quem pagou este cartaz?

Ao descer hoje a Alameda D. Afonso Henriques, deparo-me com dois cartazes. Um do candidato do Bloco de esquerda, a dizer que o Zé faz falta (dá vontade de perguntar a quem, mas isso fica para outro texto), e um da candidata “independente” Helena Roseta. Qual o meu espanto quando reparo que colado no cartaz da senhora se encontrava um enorme papel amarelo, a perguntas quanto tinha custado o cartaz.

 

Pergunta legítima, e penso que a resposta será encontrada no fim da campanha, quando as contas forem apresentadas. Agora o ridículo para mim é o “post-it”, colocado por cima. Porque razão se faz anti política nos cartazes dos outros? Pior, porque neste caso não são apenas uns riscos por cima de algo, mas sim um papel impresso em grande formato, denotando preparação prévia. Porque não perguntar quanto custou esse papel? É que a candidata “independente” tem apoios legais para tal acção, que fez este trabalho anónimo não sei.

Mas a parte estúpida é ainda outra. Se queriam arranjar maneira de questionar a independência real da campanha de Helena Roseta, porque não o fazer com questões interessantes e inteligentes? Uma muito simples seria “Quem contribuiu com os fundos para pagar este cartaz?“.

Hello World

Quem já aprendeu a programar conhece bem esta mítica frase, com que normalmente se faz o primeiro teste para o ecrã de qualquer programa. E é desta forma que inicio mais uma aventura pela “blogosfera”, desta feita virando-me mais para dentro, para perto de casa, e para as coisas mais pessoais.

O nome escolhido foi o da autoestrada que liga as duas terras onde posso colocar 99% da minha vida até hoje. Nasci em Lisboa, mas fui criado em Mafra, e sempre me senti bem aqui. Cresci muito como pessoa em Mafra, mas se calhar grande parte das minhas maiores descobertas como Homem já foram feitas em Lisboa, desde que passo tanto tempo lá como em Mafra, nestes últimos seis anos. Sei também que provavelmente aparecerá um engraçadinho a corrigir-me que a A21 não faz a ligação Mafra-Lisboa, mas sim a Mafra-Malveira, e posteriormente a A8 faz o resto do percurso. Mas por uma questão de gosto, e porque posso, resolvi deixar com este nome.

Não faço grande ideia de qual vai ser a cadência de mensagens que irei colocar aqui, mas neste momento penso que seja relativamente alto. Quanto a isso no entanto, só o tempo o dirá. Por agora fica um bem haja a todos os que quiserem ler as opiniões de um saloio convicto de em Mafra pode faltar muita coisa, menos beleza e potencial.